Foto capa: Reprodução/Magnific
Por Lucas Mamede
Desde 1979, no dia 3 de setembro, é comemorado o Dia do Biólogo. Profissionais que estudam todo tipo de vida, desde o nível microscópico até grandes ecossistemas, cuidando da conservação da biodiversidade e de emergências ambientais.

Nesta quinta-feira, a data homenageia 46 anos da profissão e da criação do CFBio (Conselho Federal de Biologia) e, desde então, está mudando a forma como o ecossistema é visto e tratado, sendo casa de todos. E vão surgindo cada vez mais pautas globais e temas que precisam mais da colaboração da sociedade como um todo.
Profissionais da área seguem atentando a população, para causas, como a biodiversidade e as mudanças climáticas, e servindo como grandes heróis da vida real em casos de emergências sanitárias e avanços epidemiológicos, como no caso global da pandemia de Covid-19 (2019–2025), que afetou severamente o Brasil. Biólogos foram protagonistas na busca da vacina, dando destaque para o “Instituto Butantan” e a “Fiocruz” no Brasil.

2026 foi destaque na área de descobertas, com a identificação de seis novas espécies de moscas encontradas na Amazônia por uma equipe da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).
Os pesquisadores descreveram seis novas espécies de moscas do gênero Dexosarcophaga. O estudo foi publicado e reconhecido pelo periódico científico internacional Journal of Medical Entomology, dando visibilidade à produção científica brasileira no cenário mundial e destacando a importância da pesquisa realizada na Amazônia.
