Confira as programações do Ciclismo e do Triatlo nas Paralimpíadas de Tóquio

Foto de capa: Rebeca Doin

Por Lucas Furtado Isaias

Ciclismo (pista e estrada)

O ciclismo é um esporte que, seja em uma corrida ou em uma prova contrarrelógio, traz muita emoção e momentos eletrizantes. A modalidade está no programa paralímpico desde Nova York 1984. Hoje, ela está presente em provas na pista e na estrada.  

Paralisados cerebrais, amputados e lesionados musculares podem competir nas provas que são separadas por classes de 1 a 5. As bicicletas também são diferentes, de acordo com as necessidades. A classe C é com as bicicletas convencionais, mas que podem ter adaptações quando necessário para atender as demandas. Já na classe H, é uma bicicleta adaptada para ser impulsionada com as mãos.  

O Brasil terá cinco representantes nesta edição, e os atletas vão participar das duas modalidades. As provas de pista acontecerão primeiro e depois as de estrada. A qualificação ocorreu pelos rankings da Union Cycliste Internationale (UCI) em 2018 e 2020. Na qualificação de 2018, a divisão ocorreu por continente. A Comissão Bipartite também disponibilizou vagas para a competição. 

Prova de ciclismo de estrada na Rio 2016 em 17 de setembro – Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil 

Brasil em Tóquio  

O Brasil terá cinco representantes no ciclismo: Lauro Chaman, Carlos Soares e André Grizante representam o país nos torneios masculinos e Ana Raquel e Jady Malavazzi disputarão os torneios femininos.  

Crédito: Clara Flávio

Programação  

Os eventos acontecerão em dois locais distintos. O Izu Velodrome receberá as provas de pista e a Fuji Speedway receberá as provas de estrada. Confirma a programação dos eventos:  

Triatlo

O triatlo participará do programa paralímpico pela segunda vez e é praticado por cadeirantes, amputados e cegos. É dividido em seis classes sendo uma delas para deficientes visuais (PTVI), outra para cadeirantes (PTWC) e as demais para atletas com paralisia cerebral ou deficiência físico-motora (PTS2 a PTS5). Consiste em uma prova de 750m de natação, 20km de bike e 5km de corrida.  

A atleta britânica Lauren Stedman na Rio 2016 competindo na categoria PT5 em 11 de setembro – Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Nesta edição, ocorrerão quatro provas por gênero. A PTVI, a PTWC e a PTS5 terão versões masculina e feminina, a PTS2 só ocorrerá na versão feminina, e a PTS4, na masculina, abrigando também competidores da PTS2 e 3. A PTS5 feminina receberá paratletas da PTS3 e PTS4. A mudança nesses critérios de provas ocorreu em 2017 pela World Triathlon, a antiga International Triathlon Union (ITU).  

Crédito: Clara Flávio

As vagas foram distribuídas, de maneira majoritária, pelo ranking de qualificação dos paratletas pela principal entidade do triatlo no mundo e há vagas que são distribuídas pela Comissão Bipartite.  

Brasil em Tóquio  

Quatro atletas vão representar o país na modalidade. Jorge Fonseca, Carlinhos Viana e Ronan Carneiro disputarão a prova masculina e Jéssica Massali no feminino.  

Programação 

As provas acontecerão no Odiba Marine Park. Veja a programação:  

Crédito: Clara Flávio

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