Nona edição da Jornada de TCCs Nota 10 e Iniciação Científica tem apresentações sobre diversos temas 

Foto de Capa: Lucas Furtado Isaias

Por Lucas Furtado Isaias 

A noite de 10 de maio de 2022 marcou o retorno da Jornada de TCCs Nota 10 e Iniciação Científica ao seu formato presencial. Após dois anos com vídeos sendo publicados no site da FACHA, oito espaços receberam alunos que se formaram em 2021 e apresentaram os seus projetos para mesas de professores avaliadores. Os vencedores ganham uma bolsa integral em qualquer curso de pós-gradução da FACHA, o segundo lugar ganha uma bolsa de 80% em qualquer curso de pós da instituição e o terceiro colocado ganha 100% de desconto em cursos de extensão da FACHA. Os resultados sairão até 7 de junho.  

No auditório, ocorreram dois formatos distintos. O primeiro apenas com apresentações virtuais e, em seguida, com os trabalhos em formato presencial. O evento teria transmissão no canal da FACHA no Youtube, mas por conta de problemas técnicos, o evento foi gravado e ficou restrito ao público presente. A Biblioteca e a Sala 21 também contaram com apresentações presenciais dos TCCs Notas 10.  

Mesa avaliadora do auditório e Brenda Vanni, uma das duas participantes que participaram de maneira virtual – Foto: Lucas Furtado Isaias
Vinicius Morelli apresenta trabalho sobre como Pablo Vittar se tornou ícone da comunidade LGBTQIA+ – Foto: Lucas Furtado Isaias

Nas mesas realizadas, diversos tópicos como racismo em algoritmos de redes sociais, a relação entre violência e futebol, o jornalismo científico em meio a pandemia e a onda de desinformação, a captação de recursos em organizações da sociedade civil, o impacto do Black Money no empreendedorismo, o impacto das lives nas transmissões de clubes e na música e a repercussão de uma série de reportagens em um site independente nos veículos tradicionais. O público pode acompanhar as apresentações e os debates avaliativos em mesas com três professores sendo um no papel de presidente.  

Lívia Cristina Nunes falando sobre captação de recursos em organizações sociais – Foto: Lucas Furtado Isaias
Patrícia Bastista apresenta Encontro e Desencontro: o Discurso e Falta Constituinte – Foto: Lucas Furtado Isaias

Ana Júlia da Silva apresentando trabalho sobre a cobertura da Ocupação do Complexo do Alemão em 2010 pelo jornal O Globo – Foto: Lucas Furtado Isaias
Rafaela Lohana apresentando trabalho sobre as perspectivas dos jovens negros na Baixada Fluminense – Foto: Lucas Furtado Isaias

Todos os trabalhos são avaliados pelo júri que dá notas de 1 a 5 sobre dez características a serem julgadas. As notas dos dois avaliadores são somadas e os vencedores são os que obtiverem o maior total de pontos que pode chegar até 100. Os avaliadores após um bloco de participações têm até dez minutos para avaliar os trabalhos, fazer perguntas para os avaliados e trazer suas ponderações acerca dos projetos apresentados.  

Mesa avalidora do evento no auditório – Foto: Lucas Furtado Isaias
Mesa diretora da Sala 24 durante avaliação – Foto: Lucas Furtado Isaias
Mesa avalidora na Sala 25 – Foto: Lucas Furtado Isaias

As salas 22 e 24 foram voltadas às apresentações em vídeo. A arte da atuação, o desgaste na cobertura política, a desinformação como forma de poder, o storytelling foram alguns dos temas apresentados. Um dos momentos de grande emoção ocorreu na apresentação do trabalho de André Luiz de Souza Mello sobre os repórteres cinematográficos quando prestou uma homenagem a Acyr Fillus. No fim da apresentação, ele se emocionou ao lembrar do colega que faleceu em 2016 e o considerou um dos grandes profissionais com quem trabalhou. 

 

André Luiz de Souza Mello apresentando curta sobre repórteres cinematográficos. Na imagem do vídeo: Júnior Alves da TV Globo – Foto: Lucas Furtado Isaias
Fernanda Martins aborda a desinformação nas eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2016 e do Brasil em 2018 – Foto: Lucas Furtado Isaias
Imagem do documentário Na Mão do Camelô é Mais Barato de Bruna da Silva Vasconcelos, Daniel Knupp e Renata Beatriz – Foto: Lucas Furtado Isaias

A Sala 25 foi voltada às apresentações de iniciação científica. Neste caso, são alunos que estão produzindo projetos e que ainda não se formaram. Cinema experimental em tempos de pandemia, o empoderamento da mulher na nova classe C e tecnologias que fazem o usuário ser dependente dela foram alguns dos temas apresentados.  

Apresentação de Leonardo Vaz sobre as tecnologias que aprisionam o usuário – Foto: Lucas Furtado Isaias

O cinema teve uma sala, exclusivamente, para a apresentação dos trabalhos, a 26. Diversos assuntos como a branquitude como discurso na indústria cinematográfica dos Estados Unidos, o legado das pioneiras do cinema produzido por mulheres no período da ditadura militar e o som e o ruído como ferramenta audiovisual foram alguns dos assuntos abordados na programação.  

Oldenyr Martins apresentou trabalho sobre prisões baseadas em reconhecimento fotográfico e o racismo estrutural – Foto: Lucas Furtado Isaias

Os trabalhos de direito também tiveram um espaço exclusivo. Na sala 23 foram apresentados TCCs e Iniciações Científicas sobre tópicos atuais como prisões baseadas em reconhecimento facial e o racismo estrutural, governança corporativa em contratos empresariais e blockchain. O evento contou com a presença de vários professores do curso que foram prestigiar os palestrantes.  

Tiago Borges apresenta trabalho sobre a relevância jurídica da governança nos contratos empresariais – Foto: Lucas Furtado Isaias

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s