Dia 02 de Dezembro é comemorado o Dia Nacional das Relações Públicas

“Trabalhar como RP é permanecer forte na difícil e nobre tarefa de promover encontros, diálogos e construções possíveis entre organizações e pessoas”, disse Claudio Cotrim, professor de Relações Públicas da Facha.

Por Luciana Alves

Comemorado no dia 02 de dezembro, o dia Nacional das Relações Públicas celebra o profissional que vai atuar no mercado de trabalho como um elo de comunicação entre a empresa e o cliente. Apto em promover a imagem da empresa ou de um cliente contratado, o RP pode atuar na promoção de eventos, para valorização de uma marca ou empresa, ou na criação de meios de comunicação entre funcionários, fornecedores e clientes, para um diálogo mais assertivo em busca de melhorias internas.

“Ser Relações Públicas é ter a oportunidade de desenvolver projetos comunicacionais que melhoram a reputação, relacionamento, relevância e reconhecimento de uma organização ou indivíduo”, disse Rafael Mello, coordenador do curso de Relações Públicas da Facha. 

A data escolhida para esta celebração foi em homenagem ao engenheiro alagoano Eduardo Pinheiro Lobo, nascido em 02 de dezembro de 1987, e foi responsável pela direção do primeiro Departamento de Relações Públicas no Brasil, em 1914. A data foi promulgada no Brasil pela Lei nº 7.197, em 14 de junho 1984, e estabeleceu o dia 02 de dezembro como a comemoração oficial.

Desenvolver articulação e diálogo com o cliente são um dos pontos básicos deste profissional que irá trabalhar em planos estratégicos nas áreas de comercialização, marketing e comunicação das empresas. Pode também trabalhar na criação da identidade e imagem corporativa ou assessorar a diretoria e setores da empresa. “O profissional de Relações Públicas traça estratégias e planos de ação, para assim transmitir os valores, a missão e os objetivos da organização que se está trabalhando”, disse Mariana Garcia, aluna do curso de Relações Públicas da Facha.

Para os que desejam seguir nesta área, o profissional de Relações Públicas tem diferentes campos no mercado de trabalho para atuar. Dentre eles temos: 

  • Planejamento Estratégico- atuar no planejamento da comunicação, e o posicionamento e o relacionamento da marca com seus públicos.
  • Marketing/Comunicação Interna/Endomarketing – promover ações para valorizar a marca da organização, seja para o público interno ou externo.
  • Assessoria de Imprensa – tem como função intermediar a comunicação entre instituições e a imprensa e criar conteúdo para veículos de comunicação.
  • Gestão de crises – Atua em situações de crise, representando organizações, minimizando impactos negativos e aproveitando oportunidades.
  • Comunicação Institucional – Elabora a comunicação e divulga informações e as políticas da organização para clientes internos e externos.
  • Eventos – organiza eventos, como cerimônias, recepções, shows, festivais e palestras. 
  • Cerimonial e Protocolo – Responsável pela organização de cerimônias e orientação de executivos e personalidades públicas sobre etiquetas e protocolos.
  • Pesquisa de Opinião – Realiza pesquisas com os públicos, com o objetivo de identificar os pontos fortes e fracos de produtos e serviços e elaborar planos de comunicação.
  • Projetos Institucionais – Planejar e organizar projetos e ações institucionais e fazer parcerias para fortalecer a imagem da empresa.
  • Redes Sociais- realizar a gestão das mídias sociais de organizações, planejar e produzir conteúdo e monitorar o retorno do público.
  • Atenção ao Cliente – Criar estratégias para atender melhor os clientes e propor melhorias em produtos e serviços.

Considerando o cenário atual em que o público tem uma participação ativa, o profissional de Relações Públicas tornou-se um diferencial no mercado para garantia de uma boa reputação de uma empresa ao público. “Em um mundo tão polarizado, a necessidade de diálogo e estabelecimento de pontes são objetivos fundamentais. E a confiança e reputação são os alicerces dessa construção. As competências inerentes das Relações Públicas serão, cada vez mais, demandadas. Precisamos de mais humanidade e menos tecnologia. O RP faz aquilo que as máquinas ainda não podem fazer”, reforça o professor Claudio Cotrim. 

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