Santa Maria Madalena e Silva Jardim elegem seus prefeitos em pleito suplementar  

Foto de Capa: Edilson Rodrigues/Agência Senado (07/10/2018)

Por Lucas Furtado Isaias

Silva Jardim e Santa Maria Madalena, em 12 de setembro, elegeram seus prefeitos em eleição suplementar. Em razão da pandemia do coronavírus, todos os protocolos usados na eleição de 2020 foram mantidos como a não utilização da biometria e o uso obrigatório de máscaras.  

Em Silva Jardim, Maira de Jaime (PROS) foi eleita com 37,99% dos votos válidos. Fabinho de Napinho (PSD) ficou em segundo lugar com 31,63% e Juninho Peruca (PODE) foi o terceiro com 30,38% dos votos. A diferença entre a primeira e o terceiro colocado foi de 1.057 votos. Ela é a primeira prefeita eleita da cidade.  

Em postagem nas redes sociais, ela agradeceu os seus eleitores pela vitória e afirmou que a cidade terá um projeto de crescimento, responsabilidade e de comprometimento. A prefeita declarou, também, que vai “escrever uma página” na história da cidade. 

A eleição suplementar ocorreu após o TSE, em 18 de maio, decidir por unanimidade cassar a candidatura de Jaime Figueiredo, que tentou a reeleição, porque o partido não tinha diretório municipal formalizado quando foi realizada a convenção do partido.  

Candidato % Votos 
Maira de Jaime (PROS) 37,99% 5.273  
Fabrício de Napinho (PSD) 31,63% 4.390 
Juninho Peruca (PODE)  30,38% 4.216 
Branco: 1,77% (122 votos)  Nulo: 2,94% (426 votos)  
Comparecimento: 75% (14.482 presentes) Abstenção: 24,86% (4.791 ausentes)  

Em Santa Maria Madalena, Nilson José (DEM), que era o prefeito interino, foi eleito com 50,82% dos votos. Fabriene Clementino (PL) foi a segunda colocada com 33,44% e Dudu Pontes (Republicanos) foi o terceiro com 15,73% dos votos válidos.  

Em postagem em seu perfil nas redes sociais, Nilson agradeceu aos eleitores pela vitória e se comprometeu a continuar com os projetos que estavam sendo realizados anteriormente e da realização de suas propostas de governo para o futuro da cidade. 

A eleição ocorreu após o TSE cassar a candidatura de Clementino da Conceição (PL), que foi o mais votado no pleito de 2020, por ele ter sido condenado por improbidade administrativa e estar enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Em fevereiro, o TRE-RJ definiu que a eleição deveria ocorrer em 11 de abril, mas ela foi adiada em cinco meses devido ao agravamento da pandemia no Brasil.  

Candidato  % Votos 
Nilson José (DEM) 50,82% 3.527 
Fabriene Clementino (PL) 33,44% 2.321 
Dudu Pontes (Republicanos) 15,73% 1.092 
Branco: 0,56% (40 votos)  Nulo: 2,30% (164 votos)  
Comparecimento: 81% (7.144 presentes)  Abstenção: 18,81% (1.655 ausentes)  

Itatiaia teve eleição adiada  

Outra eleição que deveria acontecer em 12 de setembro era a de Itatiaia, mas foi cancelada, em 9 de setembro, pelo TRE-RJ em razão de uma liminar do ministro do STF, Ricardo Levandowski, que suspendia o pleito até que seja julgado o recurso extraordinário de Eduardo Guedes (PSC).  

O ex-prefeito e primeiro colocado no pleito de 2020 teve sua candidatura indeferida porque o TSE entendeu que ele estaria disputando o terceiro mandato seguido, o que é proibido pela Constituição. Eduardo assumiu, de maneira provisória, a prefeitura em 6 de julho de 2016 e foi eleito na eleição do mesmo ano e em dezembro de 2020 teve sua posse e diplomação suspensas. Não há previsão de quando será julgado o recurso. 

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